sábado, 20 de julho de 2013

as meninas do nosso jardim

Primavera, Érica, Maria-sem-vergonha, Begônia e Azulzinha... que delicadamente resistem ao frio e à estiagem.

 
 
 
 






segunda-feira, 15 de julho de 2013

queria eu ter alma de ipê



Contemplar um ipê florido é comungar com o divino.
Árvores espirituais que nos enchem de alegria e encantamento com sua exuberância desinibida enfeitando o céu e o chão.
Queria eu ter alma de ipê.



Sabiamente poetizou Drummond em Tempo de Ipê:

...“Sou um homem dissolvido na natureza.
Estou florescendo em todos os ipês.
Estou bêbado de cores de ipê, estou alcançando
a mais alta copa do mais alto ipê do Corcovado.
Não me façam voltar ao chão,
Não me chamem, não me telefonem, não me dêem dinheiro,
quero viver em bráctea, racemo, panícula, umbela.
Este é tempo de ipê. Tempo de glória”.
 


Este encontrado num passeio dominical em meados de junho.



domingo, 14 de julho de 2013

...




"... liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta: que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda"

quarta-feira, 10 de julho de 2013

um azul que não há...

Trabalhando com o fio Coccon...



"num tom de azul quase inexistente, azul que não há. 
Azul que é pura memória de algum lugar..."

terça-feira, 9 de julho de 2013

tricô por acaso


Domingo, de saída para visitar amigos em cidadezinha próxima.
 Pega isto, pega aquilo...
_ Não esquece a ração dos cachorros e a bolsa  de tricô... as agulhas já estão aqui!

_Bolsa de tricô?  Mas vamos passar só algumas horas fora!
_Eu sei, mas... (como explicar que agulhas e linhas por perto são indispensáveis)  vai que a gente demora um pouco mais e também, assim, a viagem fica mais curta.

_Como mais curta? São só 25 quilômetros!
_ Aahhh... é que é sempre bom ter um tricozinho por perto.

No caminho:
_Pegou a bolsa de tricô, né?
_Peguei. Está aí,  no banco de trás.
_Você pegou "esta" bolsa?
_Sim, esta não é a bolsa de tricô?
_É... mas a que eu queria é outra...  a que estava na cozinha.
_Pois é isto que dá ter bolsas de tricô espalhadas pela casa toda.




E foi assim que teci este tapete, com a surpresa encontrada na bolsa errada.
Nem me lembrava mais do que tinha dentro da bolsa mas o destino os juntou ali e contra o destino não se briga.

Fios Aura (Cisne), Sedificada (Pingouin) e Los Angeles (Red Heart), este último comprado num daqueles momento de euforia (e promoção!), os outros dois sobras de invernos passados (e põe passado nisto!).




De volta para casa guardei as boas lembranças do dia e estiquei o tapete novo na beira da cama.