segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Cor de laranja

Para a menininha dos nossos olhos.
Uma blusinha cor de laranja!




"Cor-de-laranja doce
Cor-de-laranja amarga
Cor de laranja como se fosse
Cor-de-laranja é uma carga...

Cor-de laranja que se come
Cor-de-laranja verde
Cor-de-laranja que mata a fome
Cor-de-laranja que se perde

Cor-de-laranja uma cor
Cor-de-laranja concentrada
Cor-de-laranja é um favor
Que a amarela fez à encarnada!"

Bernardo Soares



sexta-feira, 27 de novembro de 2009

"e, porque acreditava, eles existiam"

Acredito em anjos e, também, na felicidade, igualdade, solidariedade e amor puro entre todos as criaturas da terra.

Foi uma experiência natalina, muito embora tenham ficado um tanto estranhas as minhas "anjas" foram feitas de coração e gostei delas penduradinhas aqui em casa.


p.s. o título da postagem vem de Clarice Lispector, em "A Hora da Estrela"

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Papilottes de peixe


Prato simples, saudável e rápido.
Quer mais?
Super leve e não deixa bagunça na cozinha.

Ingredientes:

4 filés de peixe (usei Saint Peter (tilápia vermelha)
3 tomates maduro e firmes picados em cubinhos
2 raminhos de manjericão fresco
sal a gosto
azeite de oliva

Coloque cada filé de peixe, depois de lavado e seco, sobre um retângulo de papel de alumínio do tamanho que seja possível envolver o peixe para que ele fique fechadinho lá dentro).
Divida o tomate em quatro porções, uma para cada filé de peixe.
Polvilhe o sal.
Pique grosseiramente o manjericão sobre cada filé.
Regue com um fio de azeite.
Feche os papilottes, o segredo do bom cozimento é estarem bem fechados para que o vapor não saia.
Leve ao forno médio por uns 35 minutos.
Aqui em casa cada um abre seu papilotte no prato.
Fica ótimo acompanhado de arroz branco (ou integral) e uma saladinha verde.

domingo, 22 de novembro de 2009

Pequeninas

Deus é alegria. Uma criança é alegria. Deus e uma criança têm isso em comum: ambos sabem que o universo é uma caixa de brinquedos. Deus vê o mundo com os olhos de uma criança. Está sempre à procura de companheiros para brincar.

Rubem Alves, psicanalista, educador, teólogo e escritor




Pantufinha rápida e charmosa com a receita da Regina (saudades d'ocê, viu?!).
Eu usei a lã Glitter.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

La trendy scarf



Há tempos que me tentava tricotar este cachecol.
Foi ao ver o que a
Solange fez (descoberto pela Olívia!), aí veio o da Rebeca e o da .
E as dicas da Mónica foi a gota para sair o meu.
A receita original está aqui.

Usei agulhas 8, fio Matiz, 120 pontos.



Tem também lindos cachecóis horizontais feitos pela Mademoiselle e pela Márcia que um dia irão para as agulhas.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Bolo de infância (I)

Antiguidades

Quando eu era menina,
bem pequena,
em nossa casa,
certos dias da semana
se fazia um bolo,
assado na panela
com um testo de borralho em cima.

Era um bolo econômico,
como tudo, antigamente
Pesado, grosso, pastoso
(por sinal que muito ruim)

Eu era menina em crescimento.
Gulosa,
abria os olhos para aquele bolo
que me parecia tão bom
e tão gostoso.

A gente mandona lá de casa
cortava aquele bolo
com importância.
Com atenção. Seriamente.
Eu presente
Com vontade de comer o bolo todo.
Era só olhos, boca e desejo
daquele bolo inteiro...

Cora Coralina

Entre as saudades das coisas da minha infância (e adolescência...) estão os bolos feitos por gente querida. De alguns tenho guardado o aroma e ouso dizer que até o seu sabor, como se hoje mesmo os tivesse saboreado.

Uns feitos com mais frequência por agradar a todos ou por serem mais econômicos. Entre estes, um era o bolo de fubá que Tia Nena, irmã da minha avó, "batia" em suas visitas a nossa casa. Muito saboroso, destes feitos sem receita escrita só com a destreza da mestre cuca, talvez até por ter ingredientes únicos: seu carinho e a energia de suas mãos fortes de descendente de italianos.
Nada de batedeira ou liquidificador, era "batido na mão".

Maiorzinha, pedi que anotasse a receita mas nunca consegui fazê-lo ficar como o que ela preparava.

Boas lembranças daquelas tardes de sábado animadas pela prosa da parentada, que ria e contava histórias do passado, com o cheirinho inesquecível do bolo de fubá da Tia e o café passado no coador de pano pela Vó.


Bolo de Fubá

1 e 1/2 xíc. (chá) de açúcar
1 copo (daqueles de requeijão) de fubá
1 copo (requeijão) de farinha de trigo
1 copo (requeijão) de leite gelado
3 ovos (claras em neve)
1/2 copo (requeijão) de óleo
1 colher (sopa) pó royal
erva-doce

Bata as gemas, o óleo e o açúcar, misture a farinha, o fubá e o leite.
Junte as claras delicadamente e por último o fermento.
Mexa bem.
Leve para assar em forno pre-aquecido em temperatura média-alta.
Por uns 45 - 50 minutos (depende de cada forno).
Se quiser polvilhe açúcar com canela depois de assado.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Coletinho para "bebezinha"


Feito com fio Bijou, agulhas 3,5.
A cor? Da seda azul do papel que envolve a maçã...

Quando criança nem gostava tanto de maçãs mas me encantava o contraste da seda azul que delicadamente envolvia o vermelho da maçã.