Temos dias bons e ruins, alegres e tristes.Passamos por fases difíceis que parecem infindas... acredito que a sabedoria está em conseguir tirar algo de bom destes momentos, aprender com os erros, com as experiências duras, com o imprevisto dos acontecimentos e assim vamos nos enriquecendo com o passar do tempo.
Sabiamente escreveu Chico Xavier: "Seja um eterno aprendiz na escola da vida".
Como em tudo também nas panelas e nas agulhas nem sempre as coisas saem dentro do planejado (ou desejado): um bolo que fica muito pesado; o tricô que não fica de acordo; a descoberta de um ponto tecido errado bem no meio de um trabalho terminado; o acabamento na costura que por nenhuma lei fica bom. E daí quando não se pode (ou a paciência e o tempo não permitem) desmanchar ou voltar atrás o melhor a fazer é aprender com o acontecido.
E assim foi com história do feito deste bolo. A idéia era um bolo branco com cobertura de nozes com a paticularidade de já ir ao forno. Uma novidade para mim. Mas acabei levando para assar numa forma menor (bem menor) do que devia e o dito cujo foi crescendo e se espalhando para fora da assadeira... estava feito, resultado: forno todo sujo, cheiro de bolo queimado, fumaça e tristeza pelos ingredientes e tempo perdidos.
E quando tudo parecia não ter conserto qual não foi minha surpresa (e posterior deleite) ver que o bolo estava lá douradinho e crescido! O forno todo sujo mas ele lá: vistoso, impávido e vaidoso de ter sobrevivido.
O papel manteiga facilitou o trabalho do desenformar.
Testar o sabor foi a parte mais fácil e .. humm... bastante prazerosa.
Foi muito menos dolorido passar um quarto de hora a despregar a lambança da chapa do forno depois de saborear o heróico bolo.
Como já vai longe a história para um bolo ... o que era para ser cobertura virou recheio; o que era um forno limpo, ficou sujo; o que era uma receita virou outra... e o que era doce durou só aquela tarde.
A lição da vez foi: que por vezes o bicho não é tão feio como parece.
E a doce experiência fez valer uma nova tentativa e agora foi a Paty (minha amiga, vizinha, meia irmã) quem colocou a mão na massa!
E desta vez usando a forma adequada eis o resultado:

Mais uma vez aprovado! Foi sucesso!
Então vai a receita para quem quiser escrever uma nova história.
Bolo branco
Massa
Ingredientes:
3 colheres (sopa generosa) de margarina sem sal
3 ovos (claras em neve)
1 e 1/2 xícaras (chá) de açúcar refinado
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de leite morno
1 col. (sopa) fermento em pó
Cobertura
Ingredientes:
3/4 xícara (chá) acúcar
2 col. (sopa) farinha de trigo
1 xícara de nozes trituradas
2 colheres (sopa bem cheia) de manteiga gelada cortada em cubinhos pequenininhos.
Misture todos os ingredientes minutos antes de usar.
Leve para assar em forma retangular untada e enfarinhada. Coloque a massa e por sobre ela espalhe a cobertura de nozes, leve ao forno (pré-aquecido) em temperatura média, tempo para assar 40-45 min (vai depender do forno).
Fio Opala (Pingouin).
Agulhas 4,5 (mais fina do que a indicada na embalagem)
A receita da luva sem dedos (super simples):
Montar 42 pontos na agulha 4,5
Tricotar em barra 1x1 por 6 cm
Continuar em ponto meia no direito e tricot no avesso por uns 6,5 cm (ou a medida do começo da sua mão até o começo do dedão).
Tricotar os primeiros 15 pontos, virar o trabalho, fazer isto por 3 cm e terá formado o dedão, arrematar estes 15 pontos.
Retomar os 27 pontos restantes e tricotar por 5 cm, arrematar. Costurar.
Fazer a outra luva do mesmo modo porém no momento de formar o dedão fazer com os 15 últimos pontos assim a costura do acabamento ficará na parte de baixo da mão.
A receita original foi publicada no blog Trico de Iniciante, na minha não fiz os aumentos recomendados e mudei pouca coisa nas medidas, a receita é muito fácil e fica muito boa!
Gola usei um ponto de tranças bem legal e fácil de cruzar.
Ponto de Cordas Opostas:
8 pontos por trança
Carrs.: 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 15, 17, 19, 21 e 23 (direito) - meia
Carrs.: 2, 4, 6, 8 e 10 - 4t, 4m
Carrs.: 12 e 24 - cruzar 4 pontos a direita (atrás do trabalho)
Carrs.: 14, 16, 18, 20 e 22 - 4m, 4t
Repetir 1-24 carreiras
Coloquei 20 pontos, sendo 16 para formar duas cordas e 4 em cada borda que teci sempre em meia no direito e tricot no avesso.
Sou fãzoca do maracujá não só por suas qualidades terapêuticas mas também por seu sabor e aroma tão peculiares. Quando vejo frutos tão fresquinhos assim não dá para resitir. Acho que todo mundo já conhece esta receita mas fica tão boa que vale a pena repetir e é tão rápida de preparar que dá tempo de ficar pronta para o almoço...
Ingredientes:
4 maracujás
1 lata de leite condensado
1 caixinha de creme de leite
1 sachê de gelatina em pó se sabor e incolor
Preparo:
Creme
Colocar a polpa dos maracujás no processador com a pá misturadora, pulsar até que as sementes se "soltem".
Coar o suco e reservar as sementes.
No liquidificador bater: o leite condensado, o creme de leite, e uma medida da lata do leite condensado de suco de maracujá se for preciso completar com água.
Bater bem... irá ficar grossinho.
Com o liquidificador ligado acrescente a gelatina já preparada conforme a indicação na embalagem.
coloque em refratário ou tigelinhas individuais e coloque para gelar.
Calda
Misture em uma panela pequena:a semente do maracujá reservada
3/4 de xícara de água
1 colher (sopa) de polvilho doce
açúcar a gosto
Leve ao fogo baixo mexendo sempre.
Retire do fogo quando engrossar, espere esfriar e depois coloque sobre a mousse de maracujá